ENGENHEIRAS são mais comuns em países árabes que nos Estados Unidos e no Brasil Pesquisadores norte-americanos investigam porque a desigualdade por la é menor

Jordânia, Malásia, Árabia Saudita e Tunísia têm maior número de engenheiras que os Estados Unidos da América. Nesses países, elas chegam a ser metade do número de engenheiros, e pesquisadores de Washington querem saber o por quê.

O estudo da Universidade do Estado de Washington já completou dois anos, e quase 590 mil dólares estão sendo investidos pela National Science Foundation para entender por que mulheres árabes são mais motivadas que as americanas para o campo da engenharia.

Julie Kmec, co-investigadora do estudo, contou que “nos Estados Unidos, o governo gastou muito dinheiro tentando desenvolver programas e alterar currículo para atrair as mulheres para o campo da engenharia e da ciência, com pouco sucesso.” Enquanto isso, na Arábia Saudita, mulheres teriam mais restrições em sair de casa e mesmo assim elas são metade na profissão.

No Brasil, o quadro de engenheiras também ainda é baixo, próximo aos 25% dos Estados Unidos. O Estudo do Observatório de Informação e Competitividade no Brasil mostrou que de 2000 para 2014, a porcentagem de mulheres que se formam em engenharia aumentou de 22% para 28% apenas (em relação aos homens). Os salários também são desiguais: as mulheres ganham em média 974 reais a menos que os homens pelo mesmo serviço executado.

Texto escrito a partir do artigo de Teuta Hoxha na Mvslim.

Foto de capa: Billy Sargent.

Deixe uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.