França proíbe uso de descartáveis e Europa pode pegar onda “Temos que levar a mesma legislação para os outros países para mudar a cultura do desperdício” diz conselheiro municipal de Coubervoie

O mês de setembro representou um grande avanço em termos de legislação sustentável na França. Guiados pelo Tratado de Transição Energética para o Crescimento Verde, os franceses assinaram a lei que promete reduzir o impacto ambiental do país.

Todos os produtos descartáveis a partir de 2020 (quando a lei entra em vigor de obrigatoriedade) deverão ser biodegradáveis e 50% constituídos de materiais de origem vegetal. A porcentagem aumenta para 60% no ano de 2025.

O Conselheiro relatou em entrevista par ao The Independent que esse foi um “bom passo, mas não o último”, e vê como “uma continuação da lei contra o desperdício de comida”.

O Tratado de Transição Energética para o Crescimento Verde é um plano que busca que a Frnaça alcance mudanças mais efetivas para combater as mudanças climáticas. A ideia é fazer do país um ‘exemplo em termos de redução dos gases de efeito estufa, diversificando seus programas de energia e intensificando o desenvolvimento de fontes de energis sustentável”.

Por que o Brasil deveria entrar nessa?

Aqui, o índice de reciclagem é menor que 20%. Os descartáveis são a maior parte do lixo que é despejado no oceano, segundo o Programa Ambiental da ONU. Ainda não temos uma legislação específica para descartáveis, mas as tentativas com sacolas plásticas não tiveram boa adesão do público. Algumas cidades proíbem, mas não há leis nacionais. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, 1,5 milhão de sacolinhas são distribuidas a cada hora no Brasil.

Mariana Caires

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